CARLOS MAGNO
Desenvolvendo múltiplas atividades, atuando como artista plástico, músico escultor e poeta, Carlos Magno transfere para suas telas muito da musicalidade e poesia da cultura popular brasileira, trazida do rico universo dos subúrbios pobres do Rio de Janeiro onde foi criado.
Expondo a partir de 1973 em São Paulo, mostrou individualmente suas obras no Museu Nacional de Belas Artes, (Rio de Janeiro), Associação Atlética do Banco do Brasil, (Tijuca), Galeria Líquen em Assuncion do Paraguai e várias coletivas pelo Brasil.
Sendo: 22 exposições individuais, 38 coletivas e 14 salões.
Endereço do Artista
Rua dos Biólogos- Lote 05 – Quadra 15 – Jacarepaguá – Rio de Janeiro – RJ.
CEP – 22723-510 – Tel 24409075 - 91375143
segunda-feira, 19 de maio de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Faz de Conta
Faz de Conta
Sou um faz de conta que é feliz,
Por alguém que não me quis
Fechando a porta do amor, aí!
Meu corpo de seda se moeu.
Coração bateu batucando meu dissabor.
Os lagos do pranto transbordam a mágoa
E minhalma se enxágua num temporal de dor.
Estou mordendo um sorriso sem vontade.
As raízes da saudade
Se alastram de modo ruim.
Eu morro de pena da cena que se desenrola
e nas grades da viola
balanço versos de mim.
Sou um faz de conta que é feliz,
Por alguém que não me quis
Fechando a porta do amor, aí!
Meu corpo de seda se moeu.
Coração bateu batucando meu dissabor.
Os lagos do pranto transbordam a mágoa
E minhalma se enxágua num temporal de dor.
Estou mordendo um sorriso sem vontade.
As raízes da saudade
Se alastram de modo ruim.
Eu morro de pena da cena que se desenrola
e nas grades da viola
balanço versos de mim.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
VIDA QUE ME DEU A VIDA
Vida Que Me Deu A Vida
Poema de Carlos Magno
Leve feito pluma a flutuar
eu senti minhalma passear
num céu azul que fiz
do teu olhar de seda.
Um véu de nuvem branca me encostou.
Teu acalanto me tranqüilizou
e teu sorriso doce transformou-se,
num rosto liso de botão de rosa.
Teus braços começaram a me embalar.
Depois me ensinaram a caminhar
e eu fui tropeçando aí por esse mundo.
Queria tanta coisa te dizer
mas diz melhor um beijo nesta hora.
E viva a vida que me deu ávida
que me vive agora.
Poema de Carlos Magno
Leve feito pluma a flutuar
eu senti minhalma passear
num céu azul que fiz
do teu olhar de seda.
Um véu de nuvem branca me encostou.
Teu acalanto me tranqüilizou
e teu sorriso doce transformou-se,
num rosto liso de botão de rosa.
Teus braços começaram a me embalar.
Depois me ensinaram a caminhar
e eu fui tropeçando aí por esse mundo.
Queria tanta coisa te dizer
mas diz melhor um beijo nesta hora.
E viva a vida que me deu ávida
que me vive agora.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Sonhar é Viver
Sonhar é Viver
Poema de Carlos Magno
O dia amanhece.
No verde do bosque,
o sol risca traços de luz.
O afago do vento que corre nas águas do mar
provoca um balanço nos braços das ondas
que embala meu corpo.
Eu vou pro trabalho e volto cansado.
Me deito na rede e começo a dormir.
Sonhar é viver na maior liberdade.
Na boca da noite a chuva me acorda.
O céu, de repente, se pinta de estrelas.
Vestida de prata a noite é luar.
Quem gosta de amar
se em bala ao som da canção
que rasga o silêncio e vai namorar
Poema de Carlos Magno
O dia amanhece.
No verde do bosque,
o sol risca traços de luz.
O afago do vento que corre nas águas do mar
provoca um balanço nos braços das ondas
que embala meu corpo.
Eu vou pro trabalho e volto cansado.
Me deito na rede e começo a dormir.
Sonhar é viver na maior liberdade.
Na boca da noite a chuva me acorda.
O céu, de repente, se pinta de estrelas.
Vestida de prata a noite é luar.
Quem gosta de amar
se em bala ao som da canção
que rasga o silêncio e vai namorar
Raios de Luz
Raios de Luz
Poema de Carlos Magno
Me enrolo nas cordas
dos raios de luz
que saltam das pedras
que brincam nos rios
e bebo sorrisos
de estrelas e luas
que passam nas ruas
dos meus atropelos.
Dou voltas no tempo,
esbarro no acaso,
nas rosas do vaso
Descanso olhar.
Min’alma orvalhada
Chorando alegria
desfia um rosário
de amor pra te dar.
Poema de Carlos Magno
Me enrolo nas cordas
dos raios de luz
que saltam das pedras
que brincam nos rios
e bebo sorrisos
de estrelas e luas
que passam nas ruas
dos meus atropelos.
Dou voltas no tempo,
esbarro no acaso,
nas rosas do vaso
Descanso olhar.
Min’alma orvalhada
Chorando alegria
desfia um rosário
de amor pra te dar.
Pôxa
Pôxa
Poema de Carlos Magno
Pôxa!...
Que entardecer risonho,
o mundo bordou de sonho,
pra enfeitar esse lugar.
Veja só que nuvem flutuante!
Parece o mesmo brilhante
que acende o teu olhar.
Se uma querência bem medida,
se atirar de tua vida
pra viver em minhas mãos,
eu a apertarei assim nos dedos,
como se guardam segredos,
se não, vazam pelos vãos.
Ah! Se tua pele vaporosa
fosse pétala de rosa
e eu gota de sereno!...
Eu não perderia tal ensejo,
despejava meu desejo
em teu jardim de céu ameno.
Poema de Carlos Magno
Pôxa!...
Que entardecer risonho,
o mundo bordou de sonho,
pra enfeitar esse lugar.
Veja só que nuvem flutuante!
Parece o mesmo brilhante
que acende o teu olhar.
Se uma querência bem medida,
se atirar de tua vida
pra viver em minhas mãos,
eu a apertarei assim nos dedos,
como se guardam segredos,
se não, vazam pelos vãos.
Ah! Se tua pele vaporosa
fosse pétala de rosa
e eu gota de sereno!...
Eu não perderia tal ensejo,
despejava meu desejo
em teu jardim de céu ameno.
Só-Neta
Poema de Carlos Magno
Eu coloquei teus olhos no soneto.
Acrescentei de quebra teu sorriso,
porque formou-se entre nós dois um dueto,
da minha mão e o teu rosto liso.
Foi bom eu te ver brotar aqui agora
no quase por do sol dos meus espaços.
Do tempo que me resta até eu ir embora,
quero me ver te vendo nos meus braços.
Eu pus vários brinquedos no soneto.
O urso preto, o grande e aquele franzino.
só não botei o branquinho que te espeta.
E quando chegou o ultimo terceto
eu vi que tinha um erro pequenino.
Não era um soneto e sim uma só neta.
Eu coloquei teus olhos no soneto.
Acrescentei de quebra teu sorriso,
porque formou-se entre nós dois um dueto,
da minha mão e o teu rosto liso.
Foi bom eu te ver brotar aqui agora
no quase por do sol dos meus espaços.
Do tempo que me resta até eu ir embora,
quero me ver te vendo nos meus braços.
Eu pus vários brinquedos no soneto.
O urso preto, o grande e aquele franzino.
só não botei o branquinho que te espeta.
E quando chegou o ultimo terceto
eu vi que tinha um erro pequenino.
Não era um soneto e sim uma só neta.
Assinar:
Postagens (Atom)
